Para quem quiser conhecer, xingar ou celebrar, o resultado final do prêmio Jabuti saiu (link). Algumas categorias:
Melhor Romance
1º Desengano
Carlos Nascimento Silva
Agir Editora
2º Vista Parcial da Noite
Luiz Ruffato
Editora Record
3º Pelo Fundo da Agulha
Antonio Torres
Editora Record
Contos e Crônicas
1º Resmungos
Ferreira Gullar
Imprensa Oficial Do Estado De São Paulo
2º A Casa da Minha Vó e Outros Contos Exóticos
Artur Oscar Lopes
Artur Oscar Lopes
3º O Volume do Silêncio
João Anzanello Carrascoza
Cosac Naify
Melhor Capa
1º Ferdydurke
Elisa Cardoso
Companhia Das Letras
2º Lampião e Lancelote
Luciana Facchini
Cosac Naify
3º 50 Poemas Escolhidos pelo Autor
Elaine Ramos
Cosac Naify




10 Comentários
21 Agosto, 2007 às 6:07 pm
Estava querendo mesmo ler um romance . O jabuti chegou em boa hora. Desengano , tomara que seja um bom romance.Diferente de “Iracema”, de José de Alencar, dá vontade de largar no segundo parágrafo, mas como era obrigação do colégio, tive que ler até o fim.
Adorei a capa “Ferdydurke”, linda.
VIVA O ESCRITOR…SEJA QUEM FOR !!!
21 Agosto, 2007 às 11:46 pm
ZZZZzzzzZZZz ZZZzzz ZZZZzzzzZZ!
22 Agosto, 2007 às 1:20 pm
Oi, Cláudia. se você ler O Desengano, faça algum comentário.
23 Agosto, 2007 às 12:13 pm
Eu só achei estranho o livro de contos do Noll e qualquer capa da Mariana Newlands não terem ficado nem entre os finalistas. Ah, esses prêmios. :-P
23 Agosto, 2007 às 12:48 pm
Jurados…. quem eles pensam que são????
Abs.
23 Agosto, 2007 às 6:09 pm
Já comecei…tá indo.
24 Agosto, 2007 às 1:20 pm
Legal, Cláudia, depois faça um texto de comentário
19 Setembro, 2007 às 3:19 pm
“Desengano”:
Julia,Beto,Ana e Neno.Um debate de estímulos e preconceitos que nos impedem de desfrutar a felicidade.
Julia,depois de um luto…foi a luta.Corajosa e egoista,defendendo seu momento presente.
Ana,a filha que Julia só pariu.Carente e desacreditada,se transforma em ressentimento e subserviência.
Beto,aprendeu com Julia que amor é dor. Esse amor, foi o que ele conseguiu dar a Ana e Neno.
Neno,o filho sempre poupado das responsabilidades.Então…se permitiu deixar de participar e observar de longe.
Não é possível transpor todos os pórticos da vida quando a mentira permeia os fatos.
Uma história muito bem entremeada com a música da época e marcada por fatos políticos importantes.
Assim…o que determina a qualidade do livro é esse eixo de valor narrativo,mais do que a qualidade moral dos personagens…tomados em si mesmos.E,apesar de não estar escrito,certas passagens,me fizeram sorrir…
Um romance de fazer corar…do início ao fim.
20 Setembro, 2007 às 2:45 pm
Oi, Cláudia, obrigado por ter compartilhado as suas impressões de “Desengano”. É preciso ter alguma coragem para escrever sobre leituras. Lemos em silêncio, mas é só quando falamamos sobre o livro é que certos limites e certas riquezas da nossa leitura vão se mostrar. Abraços.
21 Setembro, 2007 às 3:55 pm
Marco Polli,
Tenho uma única certeza…escrevi numa mistura entre sei e não consigo.E dei,muito mais valor a importância do narrar.Talvez eu pudesse ter escrito mais…flertado mais com uma piscadela vagamente libertina.
Meu medo maior era fazer um juízo de valor além do que me acho capaz,afinal, quem sou eu para julgar um escritor.
Abraço.