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“Escrever é tentar saber o que escreveríamos se escrevêssemos.”
Marguerite Duras
[conforme citada por Enrique Vila-Matas (Bartleby e Companhia, tradução de Maria Carolina de Araújo e Josely Vianna Baptista, Editora Cosac Naify)]
A citação pode até parecer uma redundância, uma tautologia, mas seria realmente o caso se lêssemos “escrever é saber…”. O “tentar saber” faz toda a diferença.
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Se em um pacto faustiano, eu pudesse adquirir a cultura de alguém ainda vivo, uma séria opção seria Vila-Matas.


